MANEIRISMO: O MUNDO COMO LABIRINTO
ISBN: 9788527303712
Autor: Gustav R. Hocke
Páginas: 336
--
O tema do labirinto remonta às antigas civilizações. No presente título, o labirinto como imagem do mundo vem a ser a representação básica para o entendimento da arte maneirista de ontem e de hoje, em suas manifestações menos e mais estritas. Desdobra-se em várias qualificações: é o tortuoso, o intrincado, o difícil, o exótico, o surpreendente, o bizarro, o horripilante; é ainda reflexo rebatido ao infinito, jogo de espelhos, vórtice. Gustav René Hocke, Doutor em Filosofia, com várias obras publicadas, serve-se, para sua análise, da exemplificação minuciosa e da ilustração abundante, que vai do “Auto-Retrato diante do Espelho Convexo”, do ano de 1523, de Francesco Mazzola, ao “Infinito” de Paul Klee, a Dali, Picasso e outros. Assim, em um trabalho de levantamento, interpretação e rara capacidade de síntese, o autor situa o homem moderno a partir da tonalidade estilística, da forma de expressão e das bases culturais da figuração maneirista no curso do tempo.
MANEIRISMO: O MUNDO COMO LABIRINTO
R$45,00
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MANEIRISMO: O MUNDO COMO LABIRINTO R$45,00
ISBN: 9788527303712
Autor: Gustav R. Hocke
Páginas: 336
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O tema do labirinto remonta às antigas civilizações. No presente título, o labirinto como imagem do mundo vem a ser a representação básica para o entendimento da arte maneirista de ontem e de hoje, em suas manifestações menos e mais estritas. Desdobra-se em várias qualificações: é o tortuoso, o intrincado, o difícil, o exótico, o surpreendente, o bizarro, o horripilante; é ainda reflexo rebatido ao infinito, jogo de espelhos, vórtice. Gustav René Hocke, Doutor em Filosofia, com várias obras publicadas, serve-se, para sua análise, da exemplificação minuciosa e da ilustração abundante, que vai do “Auto-Retrato diante do Espelho Convexo”, do ano de 1523, de Francesco Mazzola, ao “Infinito” de Paul Klee, a Dali, Picasso e outros. Assim, em um trabalho de levantamento, interpretação e rara capacidade de síntese, o autor situa o homem moderno a partir da tonalidade estilística, da forma de expressão e das bases culturais da figuração maneirista no curso do tempo.