"Pureza e Perigo", traduzido sob a orientação do Conjunto de Antropologia da Unicamp, apresenta-nos e analisa, sob uma óptica funcionalista, os rituais de poluição em vários povos e culturas, considerando os conceitos de pureza e sujeira como parte de um “todo maior”, de uma unidade funcional a que se integram de maneira harmoniosa e consistente. A ideia de pureza – e do perigo em que incorre – é empregada como analogia para expressar uma visão geral de ordem social.
Mary Douglas reporta-se às teorias de Malinowski e Radcliffe-Brown, e cita com frequência Evans-Pritchard. Sua obra, controvertida e pessoal, procura integrar elementos de uma pesquisa diversificada no tempo e no espaço a conceitos fundamentais de Antropologia Cultural.
As antinomias pureza/impureza, limpeza/sujeira, contágio/purificação, ordem/desordem são as constantes de uma temática que abrange desde alimentação e higiene até religião e tabus sexuais. Incluem-se aí as “abominações” do Velho Testamento; as religiões de povos da Polinésia e da África Central; o conceito de impureza entre os povos hindus; os costumes de índios norte-americanos; observações do quotidiano da autora e interpretação de preceitos cristãos. Trata-se de uma obra fundamental seja para a bibliografia da antropologia, seja para todos os que se interessam pelas ciências sociais e humanidades.
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ISBN: 9788527309080
Autor: Mary Douglas
Páginas: 232
Tradutor: Mônica Siqueira Leite de Barros e Zilda Zakia Pinto
Coleção: DEBATES/D.120
Peso: 0,22 kg
Dimensões: 20,5 x 11,5 x 0 cm
PUREZA E PERIGO
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"Pureza e Perigo", traduzido sob a orientação do Conjunto de Antropologia da Unicamp, apresenta-nos e analisa, sob uma óptica funcionalista, os rituais de poluição em vários povos e culturas, considerando os conceitos de pureza e sujeira como parte de um “todo maior”, de uma unidade funcional a que se integram de maneira harmoniosa e consistente. A ideia de pureza – e do perigo em que incorre – é empregada como analogia para expressar uma visão geral de ordem social.
Mary Douglas reporta-se às teorias de Malinowski e Radcliffe-Brown, e cita com frequência Evans-Pritchard. Sua obra, controvertida e pessoal, procura integrar elementos de uma pesquisa diversificada no tempo e no espaço a conceitos fundamentais de Antropologia Cultural.
As antinomias pureza/impureza, limpeza/sujeira, contágio/purificação, ordem/desordem são as constantes de uma temática que abrange desde alimentação e higiene até religião e tabus sexuais. Incluem-se aí as “abominações” do Velho Testamento; as religiões de povos da Polinésia e da África Central; o conceito de impureza entre os povos hindus; os costumes de índios norte-americanos; observações do quotidiano da autora e interpretação de preceitos cristãos. Trata-se de uma obra fundamental seja para a bibliografia da antropologia, seja para todos os que se interessam pelas ciências sociais e humanidades.
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ISBN: 9788527309080
Autor: Mary Douglas
Páginas: 232
Tradutor: Mônica Siqueira Leite de Barros e Zilda Zakia Pinto
Coleção: DEBATES/D.120
Peso: 0,22 kg
Dimensões: 20,5 x 11,5 x 0 cm